E ser mais, pela palavra. Mais mulher, essa especie ainda envergonhada,  e escrever pra minha mae como escrevo pro mundo. Um blog que tivesse um blue. Que falasse lingua-de-vo que leva a gente pra natacao, cheia de sim. Conchettinha me explicando o que e “sexo anal” na cozinha. Mamae falando que nao tem problema tomar advertencia. Meu pai nao-dizendo as coisas mais lindas do mundo. Num esforco de estar perto eu quis um blog, e escrever pro mundo como escrevo pra mae. Queria contar como foi que eu vim parar aqui, como a gente vai rapido do coracao dos outros pras frases impessoais cheias de desejo e de saudade. Contar como vou passando e ainda que longe e esquiva, nos meus giroles nao esqueco daqueles que amo.

Falta que faz um teclado com acento!